
Consultoria em TIJOLO ECOLÓGICO
DESDE 1997. TODAS AS INFORMAÇÕES DE COMO INICIAR
SUA PRODUÇÃO DE TIJOLO ECOLÓGICO
Contatos:
Gravatá-PE
Zé Roberto
TIM-PE 81-9520-0420
CLARO-PE 81-8911-8326
TIM-PB-83-9970-0698
VIVO-PB-83-8123-8077
robertoumbu@gmail.com
robertoumbu@hotmail.com
O presidente do Grupo Fiat-Chrysler para a América Latina, Cledorvino Belini, anunciou hoje, em uma coletiva de imprensa realizada no Palácio do Campo das Princesas, a instalação da fábrica da montadora italiana no município de Goiana, na Mata Norte do estado. Na ocasião, também estavam presentes o governador do estado, Eduardo Campos, o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Júlio, e o prefeito de Goiana, Henrique Fenelon. A fábrica ficará na Usina Santa Teresa, cerca de 10 km antes da entrada de Goiana.
Belini confirmou a ampliação dos investimentos de R$ 3 bilhões para R$ 4 bilhões, divulgado nesta terça-feira no Diario de Pernambuco. A quantidade de empregos gerados também será maior. Antes, eram 3,5 mil vagas. Agora, serão mil vagas a mais, ou seja, 4,5 mil. Segundo o presidente da Fiat, o interesse não é desenvolver apenas uma fábrica de carros, mas todo um polo automotivo, com pistas de testes e centro de pesquisa e desenvolvimento. A expectativa é que as atividade comecem em março de 2014.
Os resultados positivos do empreendimento já chegam por aqui este ano. De acordo com o Belini, as primeiras seleções de pessoal já estão em andamento e as contratações acontecem ainda em 2011. "Três empresas sistemistas já confirmaram a vinda e assinaram o protocolo de intenção e pelo menos 100 empresas são aguardadas até a implantação da fábrica", comenta o secretário de
Desenvolvimento Econômico do estado, Geraldo Júlio.
Inicialmente, a fábrica iria para para o complexo de Suape, tendo inclusive lançada a sua pedra fundamental em 28 de dezembro do ano passado. No entanto, a empresa italiana ainda procurava um espaço onde a pista de teste e o centro de pesquisa e desenvolvimento fossem acomodados. Até que a área em Goiana foi encontrada e veio a decisão de levar todo o complexo automotivo para a cidade."Para tomarmos essa decisão, foram feitas diversas análises de engenharia e técnicas", fala Belini. A expectativa de produção para a nova fábrica será de 200 a 250 mil veículos por ano.
Diário de Pernambuco
Esquenta a busca pelo tijolo ecológico
Consultoria em TIJOLO ECOLÓGICO
DESDE 1997. TODAS AS INFORMAÇÕES DE COMO INICIAR
SUA PRODUÇÃO DE TIJOLO ECOLÓGICO
Contatos:
Gravatá-PE
Zé Roberto
TIM-PE 81-9520-0420
CLARO-PE 81-8911-8326
TIM-PB-83-9970-0698
VIVO-PB-83-8123-8077
robertoumbu@gmail.com
robertoumbu@hotmail.com
O Estado de S. Paulo
Em meio à empolgação com o biocombustível de algas e os carros elétricos, algumas empresas novatas esperam usar tecnologias "verdes" para reinventar produtos mais prosaicos, como cimento e tijolos.
A americana CalStar Products Inc. planeja abrir no mês que vem uma fábrica para produzir tijolos de cinza de carvão, um subproduto da geração de eletricidade. Ela alega que seus tijolos usam 85% menos energia do que o tradicional processo de produção de tijolos de barro, com uma redução equivalente nas emissões de dióxido de carbono.
Sediada em Newark, na Califórnia, a empresa é uma de várias que estão correndo para conquistar uma fatia do mercado de construção "verde", que tem previsão de crescer para algo entre US$ 96 bilhões e US$ 140 bilhões em 2013, ante US$ 45 bilhões no ano passado, incluindo materiais, tecnologia e mão-de-obra, segundo a firma de pesquisa McGraw-Hill Construction.
Hoje essas empresas enfrentam um mercado difícil. Os investimentos em construção civil desmoronaram, resultado da queda no valor dos imóveis residenciais e comerciais. Mas "as obras que estão acontecendo têm mais probabilidade de ser verdes", diz Michele Russo, diretora de pesquisa da McGraw-Hill Construction.
Alguns investidores estão seguindo a mesma lógica. Investidores de capital de risco já colocaram US$ 465 milhões no segmento americano de construção verde nos primeiros nove meses de 2009, ante US$ 284 milhões no mesmo período um ano antes, segundo a Cleantech Group, uma firma que acompanha esse mercado.
"Embora o resto da indústria tenha recuado (...), a construção verde cresceu", diz Paul Holland, sócio da firma de capital de risco Foundation Capital, de Menlo Park, na Califórnia, que investiu na CalStar.
Entre outras empresas iniciantes que desenvolvem materiais de construção ecológicos estão a Calera Corp. e a Integrity Block Inc., ambas da Califórnia, que produzem cimento e blocos de concreto, respectivamente. A canadense Icynene Inc., de Mississauga, Ontário, fabrica uma espuma de isolamento térmico feita em parte com óleo de mamona, que substitui o isolamento tradicional à base de fibra de vidro.
"A inovação não é necessariamente descobrir coisas novas, mas descobrir como usar as coisas velhas de uma maneira nova", diz Amitabha Kumar, diretor de pesquisa e desenvolvimento da CalStar.
O processo de produção de tijolos de argila - extrair a argila, formar blocos e cozi-los usando carvão ou gás natural - permaneceu basicamente inalterado por décadas, embora os fabricantes tenham feito aprimoramentos para reduzir o impacto ambiental.
A CalStar produz seus tijolos com a cinza do carvão e uma mistura própria de químicos. Durante oito horas em contato com vapor abaixo de 93 graus Celsius, o cálcio na cinza endurece, criando tijolos que se comportam e se parecem com os de argila, diz Kumar.
Executivos da Associação da Indústria de Tijolos dos EUA alegam que os produtos de cinza da CalStar não são tijolos de acordo com a definição clássica, e questionam se eles duram tanto quando os de argila. "Ninguém sabe qual será o desempenho real da unidade de cinza", diz Dick Jennison, presidente da associação.
A EPA, agência americana de proteção ambiental, afirma que a cinza de carvão não é perigosa e já defendeu que seja reutilizada como material de construção, embora a porta-voz da agência Latisha Petteway tenha dito que a agência estuda realizar neste ano modificações na classificação do material.
Visualizar todas
Contatos:
Contatos:
Gravatá-PE
Zé Roberto
TIM-PE 81-9520-0420
CLARO-PE 81-8911-8326
TIM-PB-83-9970-0698
VIVO-PB-83-8123-8077
robertoumbu@gmail.com
robertoumbu@hotmail.com
Polo Farmacoquímico
Farmácia ganha destaque com o Polo Farmacoquímico de Pernambuco
Por Sílvia Gusmão
Nesta sexta-feira (2), publicamos o segundo artigo da série das quatro profissões que devem despontar em Pernambuco com o potencial promissor do Estado. No primeiro artigo, falamos do Direito de Propriedade Intelectual, agora vamos abordar o curso de Farmácia e o setor farmacoquímico que está se instalando na Zona da Mata Norte, no município de Goiana.
Os investimentos em Pernambuco não param. Os novos empreendimentos industriais – como o setor Farmacoquímico – que se instalam por aqui buscam mão de obra especializada para a nova dinâmica social e econômica que movimenta a região.
Com cinco anos de duração, o curso de Farmácia está na lista das profissões do futuro
Para a Zona da Mata Norte e em todo o Estado, o Polo Farmacoquímico composto por sete empresas de medicamentos e hemoderivados representa, além da produção de medicamentos, novas oportunidades de trabalho. Só com a instalação da Hemobrás, no município de Goiana, a previsão de quando começar a funcionar (previsão para 2014) é de cerca de três mil pessoas empregadas, entre empregos diretos e indiretos.
A instalação da Novartis, indústria farmacêutica suíça em Pernambuco, na cidade de Jaboatão dos Guararapes, também reforça a potencialidade do estado neste segmento. Será a primeira fábrica de vacinas no Brasil e o maior investimento da indústria no País. A previsão é que a Novartis comece a operar em 2014 e que os produtos, além de atender o mercado nacional, também sejam exportados. Com a nova unidade, a empresa deve gerar mais 120 empregos diretos.
Farmácia – Com cinco anos de duração, o curso de Farmácia está na lista das profissões do futuro. O farmacêutico, profissional que identifica e manipula substâncias químicas para a produção de medicamentos e cosméticos, encontra em Pernambuco novas oportunidades de emprego. Além de ter interesse em áreas como química, biologia e pesquisa, esse profissional deve também estar atento às novas exigências de qualificação da demanda atual do mercado.
O Polo Farmacoquímico tem estimulado a criação de cursos específicos para atender as exigências no setor. Atenta a esse cenário, a Universidade Federal de Pernambuco criou há pouco mais de três anos um programa de pós-graduação na área de invocação tecnológica. Outra necessidade é por profissionais especializados em estudos clínicos. Para chegar ao consumidor final, nas prateleiras das farmácias, os medicamentos passam anos em pesquisa, entre testes em seres humanos até a aprovação dos órgãos regulatórios como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Assim, o curso de Farmácia caminha para ser mais uma profissão de destaque nos próximos anos em nosso estado. Pernambuco, hoje, além do polo em desenvolvimento de Goiana e com a chegada da Novartis, também se destaca com o LAFEPE – Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco, maior produtor mundial de medicamento para o Mal de Chagas, antiretrovirais e antipsicóticos; e com o Hebron, empresa que fabrica fitoterápicos, químicos, biotecnológicos, situada na cidade de Caruaru, na região Agreste.
O estudante de hoje e o profissional de amanhã não devem deixar a oportunidade escorregar pelas mãos. A ordem é correr atrás da qualificação e se diferenciar na trilha que adotar.
NE10
Hemobrás
Avançam obras da fábrica em Goiana-PE
B01 abrigará a câmara fria a 35 graus negativos da fábrica (Fotos: Daniela Oliveira)
A licitação para a construção dos outros quatro blocos industriais e demais instalações da fábrica está prevista para ser realizada ainda neste ano. Todo o empreendimento, estimado para ser concluído em 2014, está orçado em R$ 540 milhões, incluindo construção e equipamentos. Para erguer todos os prédios, serão gerados aproximadamente 1 mil postos de trabalho. Quando estiver operando, a fábrica comportará 360 empregados, atuando desde a parte da produção ao serviço administrativo.
O grupo que venceu a primeira licitação construirá o bloco 1 (B-01), um dos prédios mais importantes da fábrica, por abrigar uma câmara fria a 35º C negativos destinada à recepção, triagem e estocagem de todo o plasma que será usado na produção dos medicamentos. A operação deste espaço de 2,7 mil metros quadrados será feita por dois robôs já adquiridos pela Hemobrás. O consórcio também erguerá o bloco 17 (B-17), prédio que abrigará quatro geradores com 500 KVA (quilovolts-ampère) de potência, cada um, responsáveis pela segurança no fornecimento de energia para a planta.
A fábrica da Hemobrás será a maior da América Latina no segmento de hemoderivados, com capacidade de processar, por ano, 500 mil litros de plasma, a matéria prima dos hemoderivados. Atualmente, o Brasil envia para a França 150 mil litros de plasma por ano, que retornam ao território brasileiro como medicamentos. Com indústria brasileira, essa transformação de plasma em remédio será feita em Goiana.
Na fábrica, serão produzidos albumina, utilizada em pacientes queimados ou com cirrose e em cirurgias de grande porte; imunoglobulinas, que funcionam como anticorpo para pessoas com organismo sem defesa imunológica; fatores de coagulação VIII e IX, coagulantes para portadores de hemofilias A e B; fator de von Willebrand e complexo protrombínico, estes dois últimos também proteínas coagulantes usadas em pessoas com outros problemas na coagulação do sangue.
O Brasil despende, hoje, cerca de R$ 800 milhões por ano na importação dos hemoderivados. Esses medicamentos são fornecidos a pessoas com hemofilia atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de portadores de imunodeficiência genética ou adquirida, cirrose, câncer, aids, queimados.
Trabalhadores montam estrutura dos dois primeiros blocos da planta industrial
Fiat e Tijolo Ecológico chegam a Goiana
Mundo político: festa em Goiana, choro no Cabo
Reação diferente do atual prefeito da cidade, Lula Cabral, que, também recorrendo a nota, tratou de retirar da decisão o caráter político. No documento, ele ressaltou a característica eminentemente técnica da escolha, feita pela direção da Fiat. Uma posição não compartilhada por Betinho Gomes. “Fiz o que estava ao meu alcance para manter a fábrica no Cabo. Propus alianças com adversários políticos para uma mobilização em prol da permanência da empresa em nossa terra, mas a resposta que recebi foi o silêncio”, disse o parlamentar, acusando de forma indireta o prefeito Lula Cabral de omissão.
Apesar do esforço e da mobilização feita na cidade do Litoral Sul, Betinho garante não ter feito da Fiat uma bandeira política e diz não ter perdido tempo buscando culpados. “Até porque tal decisão não passaria apenas por uma mobilização política”, reforçou. A apresentação do estudo técnico confirmando Goiana como a sede da empresa ocorreu ontem (09/08), no Palácio do Campo das Princesas.
Por Suetoni Souto Maior
Construção com responsabilidade ambiental se destaca no mercado
Os destaques são os projetos que levam em consideração a sustentabilidade.
A construção verde, com responsabilidade ambiental. Esta é uma tendência de mercado para 2011. Os destaques são os projetos que levam em consideração a sustentabilidade.
As empresárias Juliana Boer e Maira Del Nero apostaram no mercado verde e se deram bem. Elas fazem projetos de arquitetura sustentável. O objetivo é usar técnicas e materiais que não prejudiquem a natureza. O faturamento da empresa dobrou nos últimos dois anos.
“As pessoas que buscam um projeto mais sustentável vêm nos procurando assim com um aumento bem significativo dos últimos dois anos para cá, porque não tem tantos profissionais que fazem o que a gente faz no mercado. Tem escritórios maiores até, mas que aí estão muito veiculados a grandes construtoras. E pequenos escritórios, que conseguem lidar com o cliente final, tem menos aqui no Brasil. Então a gente tem tido uma grande expansão nesse sentido”, afirma a empresária Juliana Boer.
As empresárias começaram o negócio com R$ 15 mil. Alugaram uma casa e compraram computadores. Mas depois reformaram o espaço para demonstrar as soluções verdes aos clientes. Hoje, o investimento para ter um escritório é de R$ 100 mil.
O escritório é um show room planejado para convencer o cliente das vantagens da sustentabilidade. As soluções ecológicas estão por aí, por todos os cantos. Uma mesa, por exemplo, é feita de poda de árvore de rua, uma madeira que iria pro lixo. Já a pintura da casa é toda feita de tinta de terra. A cor é da própria lama. Um produto livre de toxinas. Descendo as escadas é possível encontrar uma cadeira de tecido de algodão e juta e de garrafa pet reciclada. E nos fundos da casa tem mais.
A última sala é um exemplo da maior economia dos projetos verdes: a energia elétrica. A luz natural passa pela porta envidraçada e reduz em até 60% a conta de luz. A lâmpada é acesa somente às 17h. Nos dias mais escuros um pouquinho mais cedo.
O espaço também usa madeira de demolição, vasos de barro compactado e pastilhas feitas de vidro de lâmpada fluorescente.
“A vantagem é que esse vidro tem um descarte difícil porque a lâmpada vem com mercúrio, então é separado o mercúrio do vidro e colocado na composição da massa da cerâmica”, conta a empresária Maira Del Nero.
A empresa atende público classe A. A divulgação é feita pelo site e em eventos. O mais difícil é encontrar fornecedores de materiais reciclados.
Para o consultor Sebastião de Oliveira, esta dificuldade se transforma em oportunidade para novos negócios.
“O que você precisa fazer é ou desenvolver esses fornecedores ou criar uma parceria com esses fornecedores de tal forma que eles passem a produzir de uma forma diferente aquilo que é necessário para o mercado”, afirma o consultor Sebastião de Oliveira.
Um projeto verde custa em média R$ 50 o metro quadrado. A construção é mais cara que a tradicional. O retorno vem em longo prazo.
“Ela tem um investimento inicial maior, cerca de 10%, mas depois, em cinco anos ela se paga. E você vai ter sempre uma redução no custo de operação. Então depois de cinco anos você só vai ter economia. Além de ter uma casa mais saudável, com conforto térmico melhor, com várias outras qualidades”, diz Maira.
As empresárias fazem 50 trabalhos por ano. Em uma obra, o projeto custou R$ 15 mil. Entre as soluções ecológicas, estão paredes feitas de barro.
“É uma parede de taipa de pilão. Ela é feita da seguinte maneira. Uma forma de madeira com camadas de terra que vão sendo colocadas e apiloadas e o resultado final é uma parede bem robusta que pode ser utilizada tanto interna quanto externamente”, conta Juliana.
A casa também tem esta área externa com piscina. Um dos símbolos do desperdício de água vira uma solução para aproveitamento inteligente dos recursos naturais.
A água para abastecer tanto a piscina quanto o futuro jardim é de graça. Vem da chuva. Foi feito um reservatório enterrado. Uma cisterna de 15 mil litros.
“A chuva cai no telhado e ela é captada através das calhas embutidas que vai despejar a água na captação de água pluvial. Essa desce através da tubulação que está enterrada ao longo do jardim e é direcionado para a cisterna onde a água é armazenada. No caso dessa obra, o estimado é que isso a encareça em torno de 2%. E é uma economia que ela tem pro resto da vida”, afirma o engenheiro civil Evandro Ribeiro Faustino.
Outra construção verde foi feita em 2003. O imóvel fica numa área de mata preservada. Foram usadas plantas, pedras e madeiras para criar diversos ambientes com terrenos permeáveis à água de chuva.
“Essa é uma preocupação que a gente tem com relação à cidade. A permeabilidade diminui o grau das enxurradas na cidade. E também gera menor impacto da obra no terreno”, explica Juliana.
O projeto uniu modernidade com respeito à natureza. A casa tem pomar, horta com temperos e uma composteira. O próprio lixo orgânico da casa aduba os jardins. Mas o que mais impressiona a cliente Mirian Cunha é a economia gerada pelo bom uso dos recursos naturais. A casa de 380 metros quadrados tem conta de luz de apenas R$ 100 por mês. O lugar conta com aquecimento solar, grandes portas, janelas e coberturas, tudo de vidro.
“Não preciso acender a luz. Só para se ter uma ideia, acendo a luz e não altera nada. Mesmo em um dia meio nublado, nós temos uma claridade muito boa”, afirma a cliente Mirian Cunha.
E este tipo de solução criativa tem a vantagem de não encarecer a construção.
“O que acontece é que as soluções é que são mais eficientes. A janela que eu uso aqui seria a mesma janela que eu uso em outra obra. A diferença é que eu coloco essa janela em uma posição melhor, mais adequada e com isso consigo melhorar a iluminação natural. Todas as especificações de material seguem esse princípio. São materiais normais de qualquer obra, utilizados de uma maneira mais inteligente”, afirma Juliana.
“O potencial desse mercado é enorme porque essa é uma tendência irreversível. As pessoas querem isso. As pessoas precisam disso e hoje em dia faltam bons fornecedores, fornecedores posicionados nesse mercado pra atender essa demanda que já existe e vai cada vez mais se intensificar”, acrescenta Sebastião.
“É muito bom, inclusive os nossos hóspedes adoram, saem daqui falando: ‘acho que eu não vou embora mais’”, completa Mirian.
FONTE:PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGOCIOS
Construção 100% sustentável

A partir de 2016, todas as novas casas da Inglaterra terão de ter emissão zero de carbono. O que a cruzada inglesa para neutralizar um dos setores mais poluentes tem a nos ensinar
Por Flávia Yuri, de Londres
O ano é 1952. Uma frente estacionária provoca uma inversão térmica no rio Tâmisa, em Londres. A velocidade do vento cai para próximo de zero. Não há dispersão dos poluentes. E Londres fica envolta em fumaça. O Desastre do Smog (numa referência às palavras smoke, fumaça, e fog, neblina) causou entre 3 mil e 4 mil mortes em 15 dias, por ataques de bronquites, asmas e doenças cardiovasculares. Naquele inverno, o governo britânico estima que 12 mil pessoas morreram em decorrência da poluição extrema.
Quem hoje visita Londres não reconhece a cidade descrita acima. A arquitetura vitoriana do século 19 ainda predomina em 6 milhões de casas na Inglaterra. Mas a fumaça cinza da cidade foi dissipada, graças a uma série de políticas públicas iniciadas há 30 anos e que ganharam força nas duas últimas décadas. Desde o fim dos anos 80, as indústrias passaram a receber multas pesadas por despejarem dejetos nas águas do Tâmisa. Hoje, as embarcações de passeio lotam de turistas sem risco de odores incômodos. O rio não é limpo. Mas há peixes. O governo britânico tem conseguido bons resultados em diversas indústrias. Com a proximidade dos jogos olímpicos de 2012 e a meta de casas com emissão zero de carbono a partir de 2016, a política de construção sustentável ganhou os holofotes.
As construções emitem um terço de Co2 do mundo,
gastam 12% da água limpa e 40% da energia elétrica
O setor da construção está entre os mais poluentes do mundo. De acordo com o PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente –, as construções consomem um terço dos recursos naturais em uso no mundo, 12% da água potável e 40% da energia elétrica do planeta, além de responder por um terço das emissões de carbono. Quinze países possuem metas de eficiência energética nacionais para construções (veja o infográfico à página 106). O Reino Unido é o mais agressivo deles. A partir de 2016http://www.blogger.com/img/blank.gif, todas as casas construídas deverão ter emissão zero de carbono, depois de erguidas. Elas terão de ser capazes de gerar toda a energia de que precisam para funcionar. Hoje, o aquecimento consome 82% da energia usada numa casa. E as moradias são responsáveis por 27% das emissões de carbono do Reino Unido. O plano, chamado Código para Casas Sustentáveis, integra uma política ainda mais ambiciosa: a redução em 80% da emissão de gases carbônicos em todo o Reino Unido até 2050, em relação aos níveis de poluição de 1990.
CONTINUAR LENDO
Polo Farmacoquímico de Pernambuco abrigará até 30 indústrias
Empresas de medicamentos e biotecnologia irão se reunir em espaço de 306 hectares através de investimento superior a R$ 1 bilhão
Raissa Ebrahim, do Recife
Às margens da BR-101 no município de Goiana, Mata Norte do Estado de Pernambuco, está sendo erguido o Polo Farmacoquímico, exclusivo para empresas e pesquisadores das áreas de medicamentos e biotecnologia. A área, distante pouco mais de 60 km do Recife, possui 306 hectares e capacidade para abrigar mais de 30 indústrias. A confirmação da chegada de 11 fábricas, até agora, já soma um investimento de R$ 1,043 bilhão.
Dentre os nomes, estão a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), estatal do Ministério da Saúde que pretende tornar o Brasil autossuficiente no setor de derivados do sangue, com produção de medicamentos para hemofilia, portadores de imunodeficiência genética, cirrose, câncer, Aids e queimados. Com sede em Brasília e uma filial na capital pernambucana, a Hemobrás é estratégica tanto para o SUS quanto para o fortalecimento do complexo industrial da saúde no País.
Orçada em R$ 540 milhões e com operações prevista para 2014, será a maior fábrica de hemoderivados da América Latina, numa área de 48 mil m2. Terá capacidade para processar 500 mil litros de plasma por ano e também irá produzir albumina, imunoglobulina, fatores de coagulação VIII e IX, complexo protrombínico e fator de Von Willebrand.
Também farão parte do complexo a Multilab (genéricos e similares), que chegará com um aporte de R$ 200 milhões; a Vita Derm (cosméticos), com R$ 28 milhões; a Riff Laboratório Farmacêutico (soro), através de um investimento de R$ 83,8 milhões; e a Lafepe Química, cujo projeto para produção de antirretrovirais está sendo formatado pelo Laboratório de Pernambuco (Lafepe) e cujo valor ainda está em estudo. Além destas, há as recém-anunciadas Ion Química (insumos para a indústria farmacêutica e de cosméticos), por meio de aporte de R$ 18 milhões; AC Diagnóstico (kits de diagnósticos), no valor de R$ 13,5 milhões; Inbesa, detentora da marca de cosméticos Rishon, conhecida no mercado como Hair Fly, de R$ 6 milhões; e Multisaúde (medicamentos homeopáticos), com R$ 4,2 milhões.
As indústrias instaladas poderão ainda construir bases para operações internacionais, atendendo a mercados vizinhos, como o africano e o americano. A concepção e implantação do empreendimento contam com concessões de incentivos fiscais do Governo do Estado.
Tijolos ecológios usam lixo, cimento e terra como matéria-prima.
A Rio+20 vai reunir no Rio de Janeiro, a partir desta quarta-feira (13), líderes mundiais para discutir meios de transformar o planeta em um lugar melhor para se viver. Projetos de sustentabilidade elaborados em Mato Grosso do Sul serão expostos durante a Conferência das Nações Unidas.
A ideia de aliar uma solução ecologicamente sustentável à geração de emprego e renda levou uma empresa de Campo Grande a desenvolver tijolos a partir de restos de construção, terra e até lixo urbano. "Para fazer mil tijolos, só preciso de 1 metro cúbico e meio de lixo, mais a mesma quantia de terra. Aliado ao cimento, colocado em nossas máquinas sai o tijolo", explica o diretor Luclécio Festa.
Em um centro de pesquisa de uma universidade de Campo Grande, alunos e professores desenvolveram o isopor ecológico, feito com amido de mandioca, gel fixador a base de plantas e água. O produto ainda não serve para alimentos secos porque, em contato com a água, se dissolve totalmente. A pesquisa continua em busca de um isolante para que o isopor possa armazenar também alimentos úmidos.
saiba mais
Produto é duas vezes mais resistente que o tradicional, diz empresário.
Tijolo ecológico é produzido por presos em
Uberaba (Foto: Reprodução/TV Integração)
Um grupo de empresários de Uberaba vai participar da conferência Rio+20, realizada pela Organização das Nações Unidas no Rio de Janeiro. Eles vão apresentar uma produção de tijolos ambientais que é feita na cidade.
O formato parece de um brinquedo, fácil de montar, mas o tijolo é duas vezes mais resistente que o tradicional, que carrega também a praticidade para a construção civil. “Ele não precisa ser rebocado e isso gera economia. Pelos furos serem na vertical você pode passar pela tubulação e isso quer dizer que quando você terminar a parede está pronto. Você põe a laje e a cobertura e sua casa está pronta”, explicou o diretor de produção, José Antônio Ferreira.
A primeira vista o preço assusta já que o milheiro desse tijolo sai por R$ 900, 50% mais caro que o tradicional. Mas como ele requer menos material o custo final da obra chega a ser 30% menor. Foi o que aconteceu com uma casa que ficou pronta em apenas 11 dias. O processo rápido ainda ajuda o meio ambiente porque, além do formato diferente, a fórmula é ecológica. Bastam sete porções de terra, uma de cimento e outra de pó de pedra, um resíduo da construção civil. “O tijolo comum precisa de autorização para você tirar a argila dos rios e depois ainda tem que ter autorização para queimar nos fornos. E esse tijolo não precisa de nada disso. É simples, só esperar, jogar um pouco de água que ele cura sozinho sem árvores queimando”, disse o empresário Maurício dos Santos Anjo.
O processo de fabricação também é ambientalmente correto. Tudo é misturado e depois a máquina transforma a massa em produto. Ao invés de fogo, usa-se água. São sete dias passando por um processo de hidratação. No final da semana é só colocar para secar no sol e depois de um mês eles estão prontos. A cada mil tijolos produzidos dessa forma oito árvores sobrevivem. “No processo de cura, molhando, vai haver a reação entre a parte arenosa do solo com o cimento e então nós vamos ter uma resistência duas ou três vezes superir ao tijolo convencional evitando a queima de árvores”, contou o empresário Carlos Nogueira.
Produto é duas vezes mais resistente que o
tradicional (Foto: Reprodução/TV Integração)
Projeto social
Uma parceria com o Estado permitiu que a indústria funcionasse dentro da área de segurança do presídio de Uberaba bem em frente aos pavilhões. São os presos do regime semiaberto que fabricam os tijolos e um novo futuro a cada dia. Eles recebem salário e, ao mesmo tempo, conseguem diminuir a pena. A cada três dias trabalhados, um a menos de prisão. Um homem condenado por tráfico de drogas vai conseguir sair da penitenciária cinco meses mais cedo se continuar trabalhando na fabricação dos tijolos.
Ao todo, são 10 detentos trabalhando na fábrica. “Além de ressocializar nós queremos humanizar a pena da pessoa e dar a ela um tratamento mais digno. Nós temos que entender que a pessoa que cometeu um crime tem que ter oportunidade, tanto de estudo quanto de trabalho”, disse o diretor da penitenciária, Itamar Rodrigues. A parceria deve aumentar nos próximos meses porque a produção já não atende a demanda. A previsão dos empresários para este ano é um crescimento de 25% passando para 100 mil tijolos por mês.
Dentre os nomes, estão a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), estatal do Ministério da Saúde que pretende tornar o Brasil autossuficiente no setor de derivados do sangue, com produção de medicamentos para hemofilia, portadores de imunodeficiência genética, cirrose, câncer, Aids e queimados. Com sede em Brasília e uma filial na capital pernambucana, a Hemobrás é estratégica tanto para o SUS quanto para o fortalecimento do complexo industrial da saúde no País.
Orçada em R$ 540 milhões e com operações prevista para 2014, será a maior fábrica de hemoderivados da América Latina, numa área de 48 mil m2. Terá capacidade para processar 500 mil litros de plasma por ano e também irá produzir albumina, imunoglobulina, fatores de coagulação VIII e IX, complexo protrombínico e fator de Von Willebrand.
Também farão parte do complexo a Multilab (genéricos e similares), que chegará com um aporte de R$ 200 milhões; a Vita Derm (cosméticos), com R$ 28 milhões; a Riff Laboratório Farmacêutico (soro), através de um investimento de R$ 83,8 milhões; e a Lafepe Química, cujo projeto para produção de antirretrovirais está sendo formatado pelo Laboratório de Pernambuco (Lafepe) e cujo valor ainda está em estudo. Além destas, há as recém-anunciadas Ion Química (insumos para a indústria farmacêutica e de cosméticos), por meio de aporte de R$ 18 milhões; AC Diagnóstico (kits de diagnósticos), no valor de R$ 13,5 milhões; Inbesa, detentora da marca de cosméticos Rishon, conhecida no mercado como Hair Fly, de R$ 6 milhões; e Multisaúde (medicamentos homeopáticos), com R$ 4,2 milhões.
As indústrias instaladas poderão ainda construir bases para operações internacionais, atendendo a mercados vizinhos, como o africano e o americano. A concepção e implantação do empreendimento contam com concessões de incentivos fiscais do Governo do Estado.
Feira do Empreendedor na Rio+20 mostrará negócios verdes | ||||
|
Projetos de sustentabilidade feitos em MS serão expostos na Rio+20
Tijolos ecológios usam lixo, cimento e terra como matéria-prima.
Bandeja de isopor feita com amido de mandioca se dissolve na água.
Comente agora
A ideia de aliar uma solução ecologicamente sustentável à geração de emprego e renda levou uma empresa de Campo Grande a desenvolver tijolos a partir de restos de construção, terra e até lixo urbano. "Para fazer mil tijolos, só preciso de 1 metro cúbico e meio de lixo, mais a mesma quantia de terra. Aliado ao cimento, colocado em nossas máquinas sai o tijolo", explica o diretor Luclécio Festa.
Em um centro de pesquisa de uma universidade de Campo Grande, alunos e professores desenvolveram o isopor ecológico, feito com amido de mandioca, gel fixador a base de plantas e água. O produto ainda não serve para alimentos secos porque, em contato com a água, se dissolve totalmente. A pesquisa continua em busca de um isolante para que o isopor possa armazenar também alimentos úmidos.
saiba mais
Produção de tijolos ambientais em Uberaba será apresentada na Rio+20
Produto é duas vezes mais resistente que o tradicional, diz empresário.
Milheiro sai por R$ 600, mas custo final da obra chega a ser 30% menor.
1 comentário
Uberaba (Foto: Reprodução/TV Integração)
O formato parece de um brinquedo, fácil de montar, mas o tijolo é duas vezes mais resistente que o tradicional, que carrega também a praticidade para a construção civil. “Ele não precisa ser rebocado e isso gera economia. Pelos furos serem na vertical você pode passar pela tubulação e isso quer dizer que quando você terminar a parede está pronto. Você põe a laje e a cobertura e sua casa está pronta”, explicou o diretor de produção, José Antônio Ferreira.
A primeira vista o preço assusta já que o milheiro desse tijolo sai por R$ 900, 50% mais caro que o tradicional. Mas como ele requer menos material o custo final da obra chega a ser 30% menor. Foi o que aconteceu com uma casa que ficou pronta em apenas 11 dias. O processo rápido ainda ajuda o meio ambiente porque, além do formato diferente, a fórmula é ecológica. Bastam sete porções de terra, uma de cimento e outra de pó de pedra, um resíduo da construção civil. “O tijolo comum precisa de autorização para você tirar a argila dos rios e depois ainda tem que ter autorização para queimar nos fornos. E esse tijolo não precisa de nada disso. É simples, só esperar, jogar um pouco de água que ele cura sozinho sem árvores queimando”, disse o empresário Maurício dos Santos Anjo.
O processo de fabricação também é ambientalmente correto. Tudo é misturado e depois a máquina transforma a massa em produto. Ao invés de fogo, usa-se água. São sete dias passando por um processo de hidratação. No final da semana é só colocar para secar no sol e depois de um mês eles estão prontos. A cada mil tijolos produzidos dessa forma oito árvores sobrevivem. “No processo de cura, molhando, vai haver a reação entre a parte arenosa do solo com o cimento e então nós vamos ter uma resistência duas ou três vezes superir ao tijolo convencional evitando a queima de árvores”, contou o empresário Carlos Nogueira.
tradicional (Foto: Reprodução/TV Integração)
Uma parceria com o Estado permitiu que a indústria funcionasse dentro da área de segurança do presídio de Uberaba bem em frente aos pavilhões. São os presos do regime semiaberto que fabricam os tijolos e um novo futuro a cada dia. Eles recebem salário e, ao mesmo tempo, conseguem diminuir a pena. A cada três dias trabalhados, um a menos de prisão. Um homem condenado por tráfico de drogas vai conseguir sair da penitenciária cinco meses mais cedo se continuar trabalhando na fabricação dos tijolos.
Ao todo, são 10 detentos trabalhando na fábrica. “Além de ressocializar nós queremos humanizar a pena da pessoa e dar a ela um tratamento mais digno. Nós temos que entender que a pessoa que cometeu um crime tem que ter oportunidade, tanto de estudo quanto de trabalho”, disse o diretor da penitenciária, Itamar Rodrigues. A parceria deve aumentar nos próximos meses porque a produção já não atende a demanda. A previsão dos empresários para este ano é um crescimento de 25% passando para 100 mil tijolos por mês.
Mato Grosso institui lei de incentivo ao uso do tijolo ecológico
| 04/04/2012 - 16h02 |
Da Redação
A produção e comercialização do tijolo ecológico serão intensificadas em Mato Grosso. Amparado pela Lei 9.696, sancionada em março deste ano, o programa vai conscientizar a população sobre os benefícios que o tijolo ecológico proporciona ao meio ambiente e ao empreendimento construído com esse tipo de material, a um custo bem mais acessível ao consumidor. A preparação do produto dispensa a utilização de fornos, conforme o método tradicional, é autoencaixável e não precisa de acabamento.
“Essa lei dispõe sobre normas que visem o incentivo e a política de fomento à produção e comercialização do tijolo ecológico em Mato Grosso”, destaca o autor da lei e presidente da Assembleia Legislativa, José Riva (PSD). Informa que entre os objetivos estão ações necessárias à preservação do meio ambiente, como a redução da poluição atmosférica e conscientização da população sobre as vantagens econômicas e estruturais, além de contribuir com o aumento da oferta de moradias populares de qualidade e baixo custo.
O programa engloba, ainda, a redução do material descartado nos aterros de resíduos oriundos da construção civil, pelo reaproveitamento desse entulho. E a preferência pela utilização desse tijolo nas obras públicas estaduais, adotando como critério para desempate nas licitações.
Por meio dessa normatização, o Governo do Estado vai fomentar a cadeia produtiva propiciando a sustentabilidade ambiental, social e econômica. Integração dos poderes públicos, através de seus agentes, para financiar os produtores, construtores e consumidores, consolidando o programa. Para isso, o Poder Público deverá estabelecer os padrões mínimos aceitáveis relativos à qualidade do tijolo ecológico e os critérios para a utilização nas edificações e política habitacional.
Nenhum comentário:
Postar um comentário